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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Pais Brilhantes, Professores Fascinantes...



Deixo aqui uma sugestão de leitura para todos os pais, professores e educadores que visitam o nosso blog e que, tal como nós, estão interessados e empenhados em educar e formar crianças e jovens felizes e inteligentes!

Autor: Augusto Cury
Título: Pais Brilhantes, Professores Fascinantes
Editora: Pergaminho
Ano: 2004

SINOPSE:
"Pais e professores lutam pelo mesmo sonho - o de tornar os seus filhos e alunos felizes, saudáveis e sábios - e cultivam os terrenos mais difíceis de serem trabalhados: os da inteligência e da emoção.
Esta é uma tarefa heróica, mas os ensinamentos desta obra não se destinam a heróis. Destinam-se a seres humanos falíveis (como todos somos) que sabem que educar é realizar a mais bela e complexa arte da inteligência; é acreditar na vida, mesmo nos momentos menos alegres; é ter esperança no futuro, mesmo que o presente nos desiluda. Destinam-se a todos aqueles educadores que sabem semear com sabedoria e colher com paciência.
Augusto Cury, psiquiatra e educador, partilha aqui com o leitor a sua paixão pela educação, colocando à disposição de pais, professores e qualquer pessoa interessada na riqueza do espírito humano as ferramentas necessárias para promover a formação de pensadores, educar a emoção, expandir os horizontes da inteligência e produzir qualidade de vida. Pois não é isso o melhor que temos a transmitir àqueles que educamos?"


Acredito que, depois de lerem este livro, vão certamente recomendá-lo a outros que, assim como vós, amam a educação!

Sara Patinha

sábado, 29 de agosto de 2009

A nova geração de pais!

Não tenho idade para ter conhecido o Portugal das colónias, da ditadura, da censura. Os meus 30 anos apenas me permitem olhar Portugal no pós 25 de Abril, mas neste período de tempo foram muitas as mudanças.
Recordo-me dos anos 80, a minha entrada na escola em 84. Os juros dos empréstimos à habitação que eram elevadíssimos. O meu pai ganhava 27 contos e pagava 25 pelo empréstimo de 2500 contos. Os Verões eram passados numa aldeia próxima de Tomar. Se há odor que caracteriza a minha infância é o cheiro a queimado. Os meus avós tinham muitas propriedades, pinhais, olivais, eucalipais,... o seu ganha pão. Quando a sirene tocava saíamos de casa e olhávamos o céu para adivinhar de onde vinham as chamas. Com baldes e mangueiras molhávamos a casa e rezávamos para que o fogo não nos atingisse ou às propriedades.
Os anos 90 foram de prosperidade. Os incentivos dos empréstimos à habitação, a possibilidade de comprar carros às prestações. A Expo 98. Construir, construir, construir. E não esquecer, o telemóvel e a internet, nessa altura só para alguns! O êxodo do interior para o litoral já se tinha verificado nos anos 70/80. A sua motivação: lutar por um futuro melhor. Sem escolaridade, tentaram aprender uma profissão. Através do trabalho, da humildade, da paciência, da honestidade. Ter só o que se pode ter, vulgo pagar a pronto. Honrar os compromissos. Valores que caracterizam essa geração.
Nós, os filhos desses pais lutadores, pudemos estudar. Dar-nos ao luxo de começar a trabalhar aos 23/24 anos. Tirar a carta de condução aos 18 anos, comprar roupa a cada estação de acordo com as modas.. E depois a vida adulta.
É esta a nova geração de educadores do século XXI. A geração dos senhores doutores. A geração engravatada que não quer sujar as mãos. Dificilmente se encontram mecânicos, canalizadores, pedreiros, serralheiros com 30 anos. Os valores do esforço, da honestidade, da honra na palavra, foram substituidos pelos valores da espertisse, da aparência e dos 30 cartões que aumentam o volume da carteira.
E esta geração tem filhos!
Lembremo-nos sempre que a criança aprende pela repetição dos seus modelos.
Não vale a pena querer que a criança coma a sopa, o prato e a fruta, se nós ao lado, comermos hamburgueres e pizzas.
Não vale a pena querermos que a criança tenha respeito ao professor, se nós em família comentarmos, à sua frente, que o professor é maluco e não sabe o que diz.
Não vale a pena exigirmos esforço, se a recompensa se atribui com ou sem resultado.
Nós, a nova geração, temos a obrigação e a responsabilidade histórica de ser melhores educadores que os nossos pais. E, com toda a sinceridade, não sinto que o estejamos a ser.
Vale a pena pensar nisto!

Paula Pousinha Luís

domingo, 19 de abril de 2009

Orientação Escolar e Vocacional, para quê?

Considerando que estamos no último período escolar do ano lectivo, para os alunos do 9º e 12º anos é agora a altura de tomar decisões. É sempre difícil tomar uma decisão: Será esta a decisão certa? Será que me vou arrepender? E se...? Tantos ses, tantas dúvidas...

Não precisam estar sozinhos nesta decisão! Podem e devem ser orientados e informados de todas as possibilidades.



A Orientação Vocacional e Profissional, o que é?

Realizam-se testes que ajudarão o aluno a compreender qual a sua área de vocação.



O que se pretende?

Torna-se mais fácil optar não só pela área que mais gosta, como por aquela pela qual se apresenta mais vocacionado.

Com esta ajuda, o aluno seguirá os seus estudos mais confiante, e com a segurança de melhores resultados.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Dificuldades de Aprendizagem, o que são???

As Dificuldades de Aprendizagem (DA's) podem ser entendidas segundo duas perspectivas.


Considerando uma perspectiva orgânica, as DA's são entendidas como desordens neurológicas que interferem com a recepção, a integração ou a expressão da informação, caracterizando-se por uma discrepância acentuada entre o potencial estimado do aluno e a sua realização escolar.


Por outro lado, se considerarmos uma perspectiva educacional, as DA's reflectem uma incapacidade ou um impedimento para a aprendizagem da leitura, da escrita, do cálculo ou para a aquisição de aptidões sociais.


Assim sendo, um aluno com DA's pode apresentar problemas na resolução de algumas tarefas escolares e ser brilhante na resolução de outras, mais ainda quando, em termos de inteligência, estes alunos geralmente se encontram na média ou acima da média.


De uma maneira geral, um aluno tem DA's se:


- não alcançar resultados escolares proporcionais ao seu nível etário e à sua capacidade cognitiva, quando lhe são proporcionadas experiências de aprendizagem adequadas;


- apresentar uma discrepância acentuada entre a sua realização escolar e capacidade intelectual numa ou mais das seguintes áreas: expressão oral, compreensão auditiva, expressão escrita, capacidade básica de leitura, compreensão da leitura, cálculo e raciocínio matemático.


A causa das DA's não se encontra ainda devidamente explicada. A sua origem pode encontrar-se no sistema nervoso central do indivíduo, podendo um conjunto de factores contribuir para esse facto, entre eles a hereditariedade. Outro conjunto de factores (pré-natais) que podem estar na causa das DA's são, por exemplo, os excessos de radiação, o uso de toxinas durante a gravidez, as insuficiências placentárias, a incompatibilidade Rh com a mãe (quando não tratada), o parto prolongado, as hemorragias intracranianas ou a privação de oxigénio (anóxia) durante o nascimento. No que diz respeito a factores pós-natais, geralmente estão associados a traumatismos cranianos, a tumores e derrames cerebrais, à sub-nutrição, à presença de substâncias tóxicas (por exemplo, chumbo) e à negligência ou abuso físico.


Concluindo, a existência de uma panoplia de potenciais causas não é por si só condição que o aluno com DA's esteja ligado a uma delas, aliás, na maioria dos casos a sua causa é desconhecida.


O que importa aqui salientar é que a identificação das DA's deve ser feita o mais precocemente possível e a intervenção deve ser atempada de forma a prevenir ou reduzir os riscos de insucesso escolar e social.



Filipa

sábado, 8 de novembro de 2008

Mochila vazia



Enche a tua mochila com:


respeito admiração carinho coragem estima bondade pureza sabedoria


Despeja o que ainda resta de:


timidez insegurança medo










Marisa

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Psicologia... Para quê?!




A jeito de introdução...


Cada fase da nossa vida traz consigo novas responsabilidades, a necessidade de adaptação e por vezes, acarreta situações que nos levam a sentir sem rumo... sozinhos, mesmo estando rodeados de pessoas.
A Psicologia está cada vez mais a ganhar terreno. Uma das razões para que isso aconteça é a vida que levamos hoje em dia, que gera uma quantidade cada vez maior de pessoas emocionalmente esgotadas, nervosas e sem tempo ou disposição para um convívio salutar com elas próprias e com os outros.
Hoje vêem-se, mais do que nunca, crianças agressivas, nervosas ou com outras doenças provocadas pela agitação do dia-a-dia. Ou, pelo contrário, crianças introvertidas, fechadas em si, sem a alegria e a vitalidade próprias da idade. Há muitas outras com baixo rendimento escolar que, muitas vezes, não se justifica pela falta de capacidade cognitiva ou de aprendizagem.
Pais e educadores responsáveis devem estar atentos a estes problemas que mais tarde se poderão tornar mais complexos podendo até comprometer a adolescência e a vida adulta dessas crianças.
Também os adolescentes e adultos sofrem e se sentem deprimidos, sem esperança e sem saberem a quem ou a quê recorrer... hesitam em procurar ajuda e continuam a sofrer sem perceberem que estão doentes e que isso afecta todos os aspectos das suas vidas e das vidas dos que os rodeiam.
A ajuda é possível!
O Psicólogo é um profissional competente que pode orientá-los no caminho para o bem -estar pessoal e social. É alguém que está ao seu lado para os amparar nas quedas e os incitar a continuar.

sábado, 4 de outubro de 2008

Nova Categoria: Espaço Psicologia


Decidimos criar um novo espaço no nosso blog, um espaço em que a Psicóloga Filipa Santos abordará temáticas relacionadas com o desenvolvimento e comportamento do seu filho.


Não deixe de o visitar!